Sabemos que muitos brasileiros saem do nosso país para tentar a sorte em outras nações, principalmente nos Estados Unidos. Diversas vezes esses imigrantes enfrentam grandes desafios no exterior, relacionados à legalização da sua condição, à sua sobrevivência e também à moradia.

Por isso, este post é dedicado a você, imigrante brasileiro nos EUA, que pretende morar ou investir em um imóvel! Tem dúvidas a respeito de como fazer isso? Então continue lendo e veja como comprar uma casa nos EUA e garantir um teto para se abrigar, descansar e crescer na terra do Tio Sam!

Quanto gastar para comprar uma casa nos EUA?

A questão do preço e dos valores a serem gastos é fundamental. É preciso economizar quando se está vivendo longe da pátria, afinal, se você gastar demais, suas reservas poderão acabar antes do previsto.

E, de fato, muitas das pessoas que emigram do Brasil para os Estados Unidos acabam sem dinheiro para voltar, o que pode se tornar um grande transtorno.

Na verdade, o preço dos imóveis nos EUA depende, como no Brasil, de diferentes critérios. Alguns exemplos são a localização, a quantidade de quartos, o seu estado de conservação e o padrão da construção.

De toda forma, quando se compara os preços praticados em cidades brasileiras do porte de Rio de Janeiro e São Paulo com os preços de cidades norte-americanas, essas últimas costumam levar vantagem. No geral, elas apresentam valores menores para o público.

Em Orlando, por exemplo, pode-se comprar um apartamento por menos de R$ 3 mil pelo metro quadrado — tanto para as residências de baixo quanto médio padrão.

Para as de alto padrão, a média é de menos de R$ 5 mil pelo metro quadrado e, para as construções de luxo, em torno de R$ 12 mil. E a partir de US$ 250 mil já é possível comprar uma boa casa nos EUA, que fique dentro de um condomínio fechado, na Flórida, com 3 quartos, piscina e churrasqueira, por exemplo.

Os tributos que incidem sobre a negociação e os custos do registro saem por volta de 2% a 3% do valor do imóvel — o que não é muito diferente do que acontece no Brasil. Mas os impostos são mais altos quando o imóvel é vendido, incidindo sobre os rendimentos que são resultantes da venda.

Como funciona o processo?

Para adquirir uma casa nos EUA, o processo não chega a ser tão complicado. Grosso modo, a pessoa entra no país — com visto de turista e passaporte válido —, faz a escolha de um imóvel e fecha o negócio.

A etapa seguinte é abrir conta em algum banco norte-americano, e abrir uma empresa para colocar a casa no nome dela — essa é uma estratégia para evitar a tributação elevada que incide sobre a transmissão de bens por herança nos Estados Unidos (entre 40% a 48%). Mas não se assuste: abrir empresas nos EUA também não é difícil.

De fato, há uma vantagem em comprar uma casa nos EUA como pessoa física, pois o processo se mostra menos burocrático. Porém, a desvantagem em comprar imóvel como pessoa jurídica é que, caso você opte pelo financiamento, essa não seria a forma de investimento mais indicado.

De toda forma, o processo de aquisição imobiliária nos EUA difere do brasileiro. Aqui, é preciso contatar diferentes imobiliárias para pesquisar as melhores opções.

Nos EUA, cada corretor tem acesso a todas as propriedades da região em que estiver licenciado. Dessa forma, o interessado em comprar casa nos EUA pode contatar apenas um profissional.

Quais são os tipos de crédito para financiamento imobiliário?

Existem dois tipos de crédito para financiamento:

  • crédito pré-qualificado: informa-se à instituição financiadora a sua renda, a dívida e o crédito, para que ela possa analisar os dados e fazer uma estimativa do valor que você pode gastar para comprar uma casa nos EUA;

  • crédito pré-aprovado: a instituição financiadora coleta o maior número de informações possíveis sobre você, elabora um relatório de crédito e compara cuidadosamente a sua renda com o valor da dívida, efetuando uma análise mais profunda da sua situação financeira.

O crédito pré-aprovado, portanto, coloca a pessoa muito mais perto de realizar seu desejo de comprar uma casa nos EUA.

Sem a pré-aprovação, suas chances diminuem em relação a quem tem crédito pré-aprovado. E isso é facilmente compreensível, considerando-se que o vendedor deseja correr os menores riscos possíveis.

Quais são os outros custos?

Além dos custos com o preço do imóvel em si, você terá os custos relacionados à tributação e à documentação. Mensalmente, você deverá pagar o imposto sobre a propriedade e o seguro.

No financiamento imobiliário, caso ofereça uma entrada mínima de 20%, será constrangido a pagar um seguro contra a inadimplência. Assim, o processo de legalização vai consumir boa parte do capital de entrada (quanto ao registro e coisas do tipo).

Como fazer o pagamento?

No caso de financiar uma casa nos EUA, existe uma boa vantagem em relação aos juros: eles são bem mais baixos do que as taxas brasileiras. Atualmente, para se ter uma ideia, no Brasil esse montante está em torno de 10% a 12% ao ano. Já nos EUA, as taxas regulam entre 3,5% a 4% ao ano.

Quanto às condições para o financiamento apresentadas pelos norte-americanos, essas são bastante parecidas com as do Brasil. O comprador do imóvel pode dar uma entrada e fazer um financiamento, que pode se estender até 30 anos.

Contudo, a diferença é que, no Brasil, o mutuário só pode comprometer até 30% da renda mensal. Nos EUA, por outro lado, o percentual é maior: 40%.

Quais são as vantagens de comprar uma casa nos EUA?

Agora, vale a pena elencar algumas vantagens formidáveis de se adquirir uma casa nos EUA. Como vimos, os preços do metro quadrado são mais atrativos em relação às grandes cidades brasileiras, e as taxas de juros de financiamento são bem mais baixas.

O sistema de tributação também é menos complexo que o do Brasil — é preciso apenas tomar cuidado com o Imposto de Sucessão, que incorre sobre os bens de herança. Além disso, o processo de aquisição do imóvel é relativamente simples.

Por fim, as condições de financiamento são bem semelhantes às do Brasil (entrada + prazo longo para quitação do valor do imóvel). Existe ainda a possibilidade de conseguir um crédito pré-aprovado e, tranquilamente, a oportunidade de locar o imóvel e faturar em altas temporadas.

Justamente por isso, alguns brasileiros compram casas nos EUA para passar alguns dias e poder disponibilizá-las para locação, principalmente em determinadas épocas do ano.

Casas de veraneio na Flórida, por exemplo, costumam atrair inquilinos, permitindo que o dono obtenha renda suficiente para cobrir as despesas de manutenção do imóvel — e ainda usufruir de um lucro anual que pode girar em torno de 7% a 12% sobre o valor do bem!

E então, gostou do post? Já se decidiu se vai comprar uma casa nos EUA? Pretende ficar morando lá ou deseja gerar renda com ela? Deixe um comentário!

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